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Eleocharis vivipara

Eleocharis vivipara · planta de roseta

☀ Luz MédiaCO2 OpcionalFundoMédiaIntermediário

O erro que arruína a Eleocharis vivipara acontece na loja, não no aquário: ela é vendida como grama de aquário e a pessoa espera carpete. Não é. As hastes passam facilmente dos 30 centímetros e a planta forma uma moita alta e desgrenhada, de fundo ou de meio, não um tapete rente ao substrato. A segunda exigência é a água: a Flowgrow indica dureza carbonatada de apenas 2 a 5 °dKH e pH de 4,5 a 7 para a espécie. Em água dura ela sobrevive, mas para de emitir mudas e a moita estagna. E há o risco silencioso do adensamento: quando o tufo fecha, as hastes internas amarelam, se soltam e apodrecem dentro da própria touceira, e a podridão sobe até a coroa.

O nome vivipara descreve a rotina. Ela produz plantinhas na ponta das hastes, e o peso dessas mudas curva a haste até o substrato, onde a muda enraíza e forma uma nova touceira. Você escolhe entre dois caminhos e precisa escolher um: deixar rolar, e em alguns meses ter um matagal que caminha pelo aquário, ou pentear a moita com a mão a cada duas semanas, destacando as mudas e replantando onde quiser. Divida as touceiras grandes periodicamente, retirando o núcleo velho: isso vale mais do que qualquer poda. Cortar com tesoura funciona, mas as pontas cortadas ficam marrons por duas ou três semanas antes de sumirem sob o crescimento novo.

Para escolher entre as Eleocharis, pense em altura. A parvula fica na faixa de 3 a 10 cm e arqueia, formando o tapete macio clássico. A acicularis chega a 15 ou 25 cm e se espalha por estolões, sendo a mais tolerante a aquário sem CO2. A vivipara é a mais alta de todas, com hastes de 30 cm ou mais, e é a única que se multiplica por mudas nas pontas. Nenhuma das três resolve o mesmo problema de layout. Camarões catam detrito dentro da touceira sem danificá-la; corydoras e botias, ao contrário, arrancam mudas recém-plantadas antes que enraízem. Ela também cresce emersa, o que a torna útil em paludário.

CategoriaRoseta
CrescimentoMédia
Substrato fértilDispensa
pH4.5–7.0
Temperatura ideal20–27 °C
Resumo rápido: Solta mudas na ponta das hastes e vira moita desgrenhada: destaque e replante as mudas para controlar o visual.

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Depois de decidir pela Eleocharis vivipara, acerte os números do aquário: a calculadora de iluminação, calculadora de CO2 e a calculadora de fertilização EI. Precisa de mais opções? Veja a biblioteca de plantas e os guias de plantado.

Perguntas frequentes

Eleocharis vivipara serve para carpete?

Não. As hastes passam dos 30 centímetros e a planta forma touceiras altas e desgrenhadas que se multiplicam por mudas nas pontas, caminhando pelo aquário. Para carpete rente ao substrato, a escolha é a Eleocharis parvula, de 3 a 10 cm, ou a minima, ainda mais baixa. A vivipara funciona bem como massa de fundo ou de meio.

Como propagar Eleocharis vivipara?

Ela faz o trabalho sozinha: forma plantinhas na ponta das hastes, que se curvam até o substrato e enraízam. Para controlar onde isso acontece, penteie a moita com a mão a cada duas semanas, destaque as mudas já formadas e replante onde quiser. Dividir as touceiras grandes, descartando o núcleo velho, é a outra forma de multiplicar e renovar.

Qual a diferença entre Eleocharis parvula, acicularis e vivipara?

Altura e comportamento. A parvula fica entre 3 e 10 cm, arqueia e forma o tapete macio. A acicularis chega a 15 ou 25 cm, se espalha por estolões e é a mais tolerante a aquário sem CO2. A vivipara passa dos 30 cm, forma touceira alta e se multiplica por mudas nas pontas das hastes, em vez de fechar carpete.

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