Blyxa japonica
Blyxa japonica · planta de roseta
A Blyxa japonica é uma roseta com sistema radicular grande, e é no substrato que ela se decide. A Flowgrow registra que ela desenvolve raízes volumosas e pede substrato rico em nutrientes ou fertilização de fundo. Em areia inerte e sem pastilha ela não morre de vez, ela encolhe: a moita perde folhas por baixo, o tom fica verde-claro apagado e a planta simplesmente para no tamanho em que foi comprada. A mesma ficha aponta água mole e ácida, com dureza de carbonatos de 0 a 7 dKH, e CO2 de 25 a 40 mg/l. Em água dura direto da torneira ela tende a estagnar mesmo com luz boa e adubação farta na coluna.
Ela se multiplica por brotos laterais na base: com o tempo, uma muda vira um tufo de cinco ou seis rosetas encostadas. Quando o tufo fecha demais, as rosetas internas amarelam por sombra, e a manutenção correta é arrancar o conjunto, separar as rosetas com a mão e replantar só as maiores, espaçadas. Mudas recém-separadas flutuam com facilidade: a Flowgrow chama essa flutuabilidade de considerável e recomenda ancorar até enraizar, o que na prática significa plantar fundo, com pinça, e conferir no dia seguinte. Sob luz forte a planta compacta e assume tons dourados e avermelhados; sob luz fraca cresce verde, mole e esparramada, e esse é o principal sinal de que a luz não basta.
Ela é planta de meio, e o desenho funciona quando faz a transição entre o carpete e as hastes de fundo, porque o formato de tufo de grama quebra a linha reta. Camarões gostam do emaranhado de folhas e não a danificam; peixes de fundo, ao contrário, desenterram roseta recém-plantada com facilidade, então vale replantar depois de qualquer mexida no substrato. No Brasil ela é vendida pelo nome científico, em vaso ou in vitro. Muda in vitro chega minúscula e leva algumas semanas para engrenar, e a tentação é plantar o bloco inteiro de gel, o que abafa a base. Lave o gel em água morna e separe em tufinhos de três ou quatro rosetas antes de plantar.
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Depois de decidir pela Blyxa japonica, acerte os números do aquário: a calculadora de iluminação, calculadora de CO2, calculadora de substrato e a calculadora de fertilização EI. Precisa de mais opções? Veja a biblioteca de plantas e os guias de plantado.
Perguntas frequentes
Blyxa japonica precisa de CO2?
Na prática sim. A Flowgrow indica de 25 a 40 mg/l para o cultivo dela. Sem CO2 é possível mantê-la viva em aquário muito bem iluminado e com substrato fértil, mas ela cresce esparramada, verde-clara e sem o formato compacto de tufo que a torna interessante no layout. Se a ideia é aquário sem CO2, uma roseta menos exigente rende mais.
Por que a Blyxa japonica solta do substrato e boia?
Porque a muda recém-separada tem flutuabilidade alta e ainda não formou raiz. A Flowgrow recomenda ancorar até o enraizamento. Plante com pinça, enfiando a base uns dois centímetros e puxando levemente para acomodar as raízes, e confira nas 24 horas seguintes. Peixes de fundo e sifonagem do substrato também são causas comuns de rosetas soltas boiando pela manhã.
Como deixar a Blyxa japonica dourada?
É efeito de luz, não de fertilizante. A Flowgrow descreve tons dourados e avermelhados com crescimento mais compacto sob iluminação forte, e crescimento mais verde e alongado quando a luz é insuficiente. Lojas brasileiras acrescentam que ela funciona como indicadora de ferro, empalidecendo quando falta. Aumente a luz primeiro e só depois mexa na adubação.
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Quem cultiva Blyxa japonica costuma se interessar por Aponogeton, Aponogeton ulvaceus e Chapéu-de-couro — e a biblioteca completa tem as 121 fichas comparáveis por luz, CO2 e dificuldade.
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