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Ludwigia palustris

Ludwigia palustris · planta de caule

☀ Luz MédiaCO2 OpcionalMeioRápidaFácil

A ludwigia palustris sobrevive em quase qualquer aquário, mas o que se compra dela é a cor — e cor é função de luz. Sob iluminação fraca ela cresce fina, esticada e verde, com internós longos e folhas pequenas, exatamente a planta que ninguém queria. Sob luz forte, com micronutrientes e ferro disponíveis, as folhas fecham, o caule encurta e aparecem os tons de bordô e cobre. A Flowgrow é direta nesse ponto: com pouca luz ela cresce esguia e esverdeada. Nitrato muito alto também empurra a planta para o verde, porque a folha investe em clorofila. Se a sua está verde e comprida, mexa em luz e em micro antes de trocar de espécie — o problema quase nunca é a planta.

O ciclo de poda dela é o de qualquer caule de crescimento rápido, com um detalhe que muda o resultado: corte o ápice e replante a ponta, descartando o toco velho depois de dois ou três ciclos. O toco continua brotando lateralmente e adensa a moita, mas vai perdendo folha na base e acumulando detrito e alga entre os caules. Replantar as pontas mantém o grupo sempre com tecido novo e cor uniforme. Corte em alturas ligeiramente diferentes para que a moita não fique com topo reto de tesoura. Cada ponta cortada com quatro ou cinco nós enraíza em poucos dias no substrato; é assim que se fecha um grupo denso partindo de meia dúzia de hastes.

Vendida no Brasil pelo nome científico, ela é a menor das ludwígias comuns e por isso serve de meio de aquário, não de fundo — em tanques baixos chega a fazer massa vermelha bem na frente. Convive bem com camarões, que catam detrito entre os caules sem danificar folha. Cuidado com a confusão de loja: 'palustris', Ludwigia repens e as vermelhas do tipo 'Super Red' são plantas diferentes, com portes e exigências diferentes, e o nome vem trocado com frequência. A muda emersa chega com folha mais opaca e quebradiça; espere a troca de folhagem antes de julgar a cor. As duas ou três primeiras folhas submersas é que mostram o que aquele aquário consegue tirar dela.

CategoriaCaule
CrescimentoRápida
Substrato fértilRecomendado
pH6.0–7.5
Temperatura ideal20–28 °C
Resumo rápido:

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Depois de decidir pela Ludwigia palustris, acerte os números do aquário: a calculadora de iluminação, calculadora de CO2, calculadora de substrato e a calculadora de fertilização EI. Precisa de mais opções? Veja a biblioteca de plantas e os guias de plantado.

Perguntas frequentes

Como deixar a Ludwigia palustris vermelha?

A cor vem da combinação de luz forte com micronutrientes e ferro bem dosados, e nitrato em nível moderado. Muita luz sem micro trava a planta; muito nitrato mantém a folha verde. Comece aumentando a luz que efetivamente chega ao topo da moita e mantenha a fertilização de micro constante, avaliando o resultado nas folhas novas.

Ludwigia palustris precisa de CO2?

Não é obrigatório. Ela cresce sem injeção em aquários com luz média, apenas mais devagar e com coloração mais discreta. A Flowgrow observa que com CO2 a planta fica visivelmente mais robusta, saudável e colorida. Se você quer o vermelho intenso das fotos de aquascape, CO2 deixa de ser opcional na prática.

Por que minha ludwigia está perdendo as folhas de baixo?

Quase sempre é sombreamento: a moita fechou em cima e a base ficou no escuro, então a planta abandona aquelas folhas. Detrito acumulado entre os caules e alga na base agravam. A solução é o ciclo de replante — cortar as pontas, descartar os tocos velhos e refazer o grupo com hastes novas.

Plantas relacionadas

Quem cultiva Ludwigia palustris costuma se interessar por Alternanthera reineckii, Alternanthera reineckii 'Mini' e Ammannia 'Golden' — e a biblioteca completa tem as 121 fichas comparáveis por luz, CO2 e dificuldade.

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