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Eleocharis minima

Eleocharis minima · planta de carpete

☀ Luz MédiaCO2 OpcionalCarpeteRápidaIntermediário

O carpete de Eleocharis minima é decidido no dia do plantio. Enfiar o bloco inteiro que veio do vaso é o erro que se paga meses depois: o miolo do bloco não recebe luz nem circulação, escurece, apodrece e a placa toda se solta do substrato. O procedimento correto é separar o torrão em tufos de três a cinco hastes, remover toda a lã de rocha das raízes, e plantar tufo por tufo com cerca de dois centímetros entre eles, enterrando só as raízes e mantendo as folhas acima do substrato. Espaço vazio entre os tufos não é desperdício, é o que permite que os estolões corram. Substrato fértil aqui é necessário, não opcional.

O primeiro mês engana. Acima do substrato parece que nada acontece, e é justamente quando a planta está fazendo raiz e lançando os primeiros estolões; muita gente desiste ou reforça luz e adubo nessa fase e só consegue alga. Depois disso o fechamento acelera. A partir daí a rotina é aparar com tesoura curva, o que força o carpete a adensar em vez de subir. E existe um prazo: passados alguns meses, a camada acumula raiz velha e detrito, começa a levantar nas bordas e escurece por baixo. Quando isso acontecer, retire a placa, separe tufos saudáveis e replante, em vez de tentar salvar um tapete que já se descolou.

Entre as Eleocharis do hobby, a minima é a escolha quando o objetivo é baixa altura em pouco espaço. As lojas brasileiras a descrevem em faixas de 2 a 4 cm até 3 a 10 cm, sempre como a mais curta do grupo, contra os 3 a 10 cm da parvula, os 15 a 25 cm da acicularis e os mais de 30 cm da vivipara. Sem CO2 ela cresce, mas demora bem mais a fechar e tende a subir em vez de espalhar. Camarões são bem-vindos e ajudam a limpar; corydoras e botias desenterram tufos recém-plantados, então plante e espere duas ou três semanas antes de introduzi-los. Sifone leve sobre o carpete, sem afundar a mangueira.

CategoriaCarpete
CrescimentoRápida
Substrato fértilNecessário
pH5.0–8.0
Temperatura ideal18–28 °C
Resumo rápido: Tufos pequenos e espaçados em substrato fértil, com poda regular — é a poda que fecha o gramado baixo.

Dimensione o seu setup

Depois de decidir pela Eleocharis minima, acerte os números do aquário: a calculadora de iluminação, calculadora de CO2, calculadora de substrato e a calculadora de fertilização EI. Precisa de mais opções? Veja a biblioteca de plantas e os guias de plantado.

Perguntas frequentes

Como plantar Eleocharis minima para o carpete fechar?

Separe o torrão em tufos de três a cinco hastes, remova toda a lã de rocha e plante tufo por tufo com cerca de dois centímetros de espaço entre eles, enterrando apenas as raízes e deixando as folhas acima do substrato. O espaço vazio é o que permite que os estolões corram e fechem o tapete. Substrato fértil é necessário.

Quanto tempo a Eleocharis minima demora para fechar?

O primeiro mês costuma parecer parado, porque a planta está formando raízes e os primeiros estolões antes de aparecer crescimento visível. Depois disso o fechamento acelera. Aumentar luz ou adubo nessa fase inicial não acelera nada e é a receita para alga. Com CO2 e substrato fértil o processo é bem mais rápido do que sem.

Eleocharis minima ou parvula: qual é melhor para nano aquário?

A minima, quando o objetivo é o menor porte possível. As lojas brasileiras a descrevem como a mais curta do grupo, em faixas de 2 a 4 cm até 3 a 10 cm, enquanto a parvula fica entre 3 e 10 cm e arqueia mais. A parvula, em compensação, é mais tolerante e perdoa mais erro de adubação e de luz.

Plantas relacionadas

Quem cultiva Eleocharis minima costuma se interessar por Eleocharis acicularis, Grama-agulha (Eleocharis) e Glossostigma — e a biblioteca completa tem as 121 fichas comparáveis por luz, CO2 e dificuldade.

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